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Boteco do JB

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a improvável quarentena faz com que muitos de nós nos comportemos de maneira um tanto saudosista, entre pilhas e pilhas de dezenas de milhares de cadáveres que poderiam representar número consideravelmente menor, se não fosse o empenho do genocida que ocupa o palácio do planalto em efetuar o oposto.

sim, empenho. porque a quem não governa, só interessa morte e destruição. inocente é quem acha que não passa de apenas mais um louco. joga uma nota de 100 no chão na frente dele pra ver se o meliante rasga, come ou coloca no bolso. evidente que a terceira opção é a mais provável.

isso posto, do que você mais sente falta do mundo que havia antes dessa merda toda acontecer? um beijo materno? mesa de bar com os mais chegados? shows de rock? talvez aquele abraço em torno de uma lagoa que não quer ser salva?

cada um sabe a maneira em que a saudade bate pra si. dores e lembranças sempre serão pessoais, intransponíveis.

o intervalo da escrita entre esse e o parágrafo anterior foi de mais ou menos uma hora, por bom motivo que conto a seguir.

recebi agora de um amigo 2 deliciosos sandos, 1 de berinjela e outro de frango, acompanhados de boa cerveja pilsen levinha como os japoneses gostam. natural que tenha trocado a mesa de trabalho pelo balcão de almoço, mas aqui estou de volta.

se quiser entender a relação afetiva que tenho por esse estilo de sanduíche, googe por déja vù sando e encontrará texto publicado em 25 de abril nesse mesmo blog, no qual conto a história de maneira meio torta, porém válida.

de maneira que nem me lembro se cheguei a pensar como terminaria essa postagem, mas que ganhei o dia, ganhei.

e finalizo dizendo que o que mais sinto falta do velho mundo é o hábito de sentar num balcão de izakaya com 1 ou 2 amigos, bebendo shochu, falando bobagens e comendo um monte de troço gostoso.

valeu, toshi san!

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